quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O melhor amigo


Escola:Vitoria
Aluno:Pedro Henrique
Professora:Edleusa
Data:08/09/2011
Autor:fernando Sabino
Editora:Desconhecida
Ano:1996
                                            O melhor amigo


              A mãe estava na sala costurando.O menino abriu a porta da rua  deu um passo para traz e saiu correndo para o quarto. Ate que sua mãe pergunta o que ele ta carregando? Como ela estava vendo alguma coisa, se nem levantava a cabeça para ganhar tempo,então ele falou:    
Eu nada!
Esta sim você saio correndo a alguma coisa!
Pronto: estava descorbeto, não adiantava negar-o jeito era procurar comovê-la. veio caminhando desconsolado até a sala e mostrou que estava carregando.
     A mãe tomou um susto quando vio seu filho com um filhote de cachorro e perguntou  aonde ele achou esse cachorro ele disse que achou na rua, ele inssistiu  para ficar com ele, sua mãe deixou ele dez minutos brincando com seu novo amigo, depois sua mãe mandou ele botar ele na rua quando ele e botando ele teve uma ideia, o vende-lo. Ai ele disse que um amigo não se vende,então sua mãe pegou o filhote e vendeu por trinta reais.

As aventuras de Alice no País das maravilhas

 nome do livro: as aventuras de alice no país das maravilahas
 autor: Lewis Carrol
ano: 2002
editora: Martins fontes                          
nome do aluno: Evellyn Vitória Machado Oliveira
curso: 5 série
      
         Alice estava começando a se cansar de ficar ali sentada no barranco ao lado da irmã, sem nada para fazer. Es-
tava tentando decidir ( do melhor jeito possível, pois o calor daquele
dia a fazia sentir-se muito sonolenta) se tecer uma grinalda de margaridas valeria o esforço quando, de repente, um coelho branco de olhos cor-de-rosa passou correndo perto dela
         Alice não viu nada de extraordinário nisso, nem em ouvir o coelho dizendo para si mesmo:
- pobre de mim !pobre de mim ! vou chegar atrasado ! porém, quando o coelho realmente tirou um relógio do bolso do colete , olhou as horas e seguiu caminho apressado , Alice ergueu-se de um pulo , ardendo de curiosidade . Ela saiu correndo atrás dele pelo campo afora , alcançando-o bem a tempo de vê-lo pular para dentro de uma grande toca embaixo da sebe .

O menino de rua

Escola:Vitoria
Aluno:Pedro Henrique
Autor:Fernando Paixão
Editora:carmem lucia campos
Ano:1995
Professora:Edleusa
data:08/09/2011
                                                    O menino de rua
                                

                

     Era dez e meia da noite um menino me abordou.Por um instante pensei que pedia dinheiro,cheguei a lhe estender uma nota de dez cruzeiros,ele parece u surpreendido mas aceitou.Usava uma ropa rasgadae velha e com os pés descalços,estava frio então me pedio uma coberta,mas eu não a onde eu ia arranjar uma coberta? o jeito era voltar  para casa e pegar, chegando em casa apanhei uma concha já usada mas ainda de serventia e trouxe perguntei a ele quantos enos ele tinha paresia que tinha nove mas ele disse que tinha treze,eu perguntei a ele se ela mora na rua ou tem casa,ele disse que tinha mas a irmã quebrou o vidro da televisão e folou que foi ele então  mãe dele o expulsou então o menino disse que nunca mais queria ver sua mãe então eu disse: mãe é sempre mãe e ela deve tar sentido falta de voçe,então ele seguiu meu conselho e foi para casa.
              











                                        

A droga da obediêcia

nome do livro: a droga da obediêcia
autor : Pedro Bandeira
ano:2003
editora: :moderna   
nome do aluno: Evellyn Vitória Machado Oliveira
curso: 5 série


                       A campainhado do colégio Elite                                                                                            não soou dando o sinal   para 
o                                                                                                                recreio porque o colegio Elite não tinha campainha.Um colégio especial como aquele, para estudantes  muito especiais, não precisava de sinal.                                                                                               Todas as decisões no Elite contavam com a participação direta dos alunos, que, por isso, cumpriam as regras sem precisar de qualquer comando.
                      Naquele momento, porém, Miguel não estava pensando nas regras democráticas do colégio, embora fosse um dos mais entusiasmados oradores das assembleias semanais.                                           Não estava também ligado nas suas responsabilidades                                                                                como presidente do grêmiodo colégio elite
                      com a pasta de cópias debaixo do braço direito,                                                             Miguel entou silenciosamente no anfiteatro do elite.                                                                                   De ferente para o palco, onde ensaiava o elenco de teatro do colégio, ele mostrou rapidamente a palma da mãoesquerda.                                                                                                                                                    Nela, alguém viu um K desenhado a tinta.